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domingo, 12 de setembro de 2010

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Marilyn Manson - História


Marilyn Manson surgiu em 1989, em Fort Lauderdale, Flórida, com o nome de "Marilyn Manson and the Spooky Kids" . Porem na década de 90 era somente um simples New Metal, depois passou a ser considerado Metal Industrial. A banda foi formada por Brian Hugh Warner, que mais tarde adotou o nome artístico Marilyn Manson. A origem do nome Marilyn Manson veio da junção dos nomes do simbolo sexual Marilyn Monroe e do serial killer Charles Manson.

Manson sofria bullying no colégio pelo simples fato de ser diferente. Enfrentava problemas em sua casa, com seus pais e seu avô Jack Angus Warner, que passava o tempo em um porão fedido, onde guardava seus objetos pornográficos. Com 13 anos começou a observar o porão do avô junto de Chad, seu primo. Seu pai era católico e sua mãe era uma episcopal, Brian estudou em uma escola católica Heritage Christian School, do primeiro ao décimo ano, onde era fortemente oprimido. Mais tarde foi transferido para o Cardeal Gibbons High School, em Fort Lauderdale, Florida. Formou-se em 1987, e tornou-se um estudante no Broward Community College. Ele estava trabalhando para uma licenciatura em jornalismo e foi ganhando experiência no campo de escrever artigos de música para uma revista de estilo de vida do sul da Flórida, Paralelo 25.
 Sempre reclamava o direito de soltar o verbo. Em outras palavras, gostaria de passar alguma mensagem às pessoas.

Foi ai que teve inicio a carreira musical de Marilyn Manson.
A banda teve seu primeiro concerto ao vivo na Flórida, intitulado The Spooky Kids Live Shows. As performances da banda acumularam um culto local que subseqüentemente se espalhou pelo mundo, assim, chamando a atenção de Trent Reznor, o dono e produtor da Nothing Records, e vocalista do Nine Inch Nails.

Juntos lançaram o album "Portrait Of An American Family". Os comentários sobre esse cd foram um só, e se basearam no fato de Trent estar por tras da banda; seria "uma cópia do NIN". Não! Marilyn Tem uma personalidade, é completamente diferente dos NIN, tem uma energia diferente.

Em 1990 a formação da banda trazia Twiggy Ramirez, Daisy Berkowitz, Madonna Wayne Gayce e Sarah Lee Lucas. Sarah Lee Lucas saiu da banda e no seu lugar entrou Ginger Fish. Lançaram o cd "Smell Like Children" que se consagrou com o cover do Eurythmics, "Sweet Dreams" (clipe totalmente psicodélico que mostra Marilyn pintado cavalgando num porco).
Apesar do bom CD a banda ainda não havia se consagrado. O álbum "Antichrist Superstar" que vendeu 132 mil unidades na semana de estréia, foi a sua consagração, levando a banda ao MTV Video Music Awards de 1997 no final da festa. Após isso Dayse saiu, sendo substituída por Zim Zum.
Em 1998 lança um novo CD, "Mechanical Animals", e anuncia uma mudança de visual, trocando as roupas pretas e pornográficas anteriores por roupas mais coloridas. A aparicao no VMA deste ano (cantando "Dope Show") apresentou Marilyn com cabelos vermelhos, curtos, uma roupa esquisita, implante de um seio, e namorando com Julia Valet, da MTV Européia. O CD mudou o enfoque das musicas, sendo mais triste e pesado. Zim Zum, um ícone da banda, foi demitido por Manson, sendo substituído por John5 (anteriormente na banda Two de Rob Halford).

O primeiro álbum ao vivo sairia em 1999, com o título de "The Last Tour on Earth". O álbum seguinte, "Holy Wood (In the Shadow of the Valley of Death)", de 2000, fechou a trilogia iniciada com "Antichrist Superstar".
2002 seria marcado pela saída do baixista e compositor Twiggy Ramirez, que não concordava com a direção musical tomada durante a gravação do novo álbum, "The Golden Age Of Grotesque". Ramirez foi substituído por Tim Skold, que havia colaborado com Manson na trilha sonora de "Resident Evil". As participações no cinema não se resumiriam a trilhas sonoras.

Manson interpretou o travesti Christina no filme "Party Monster".

Nas músicas e atituddes de Manson, a religião Catolica e toda religião que se considere Cristã, é um alvo comum. O vocalista cospe, rasga e toca fogo em Bíblias, tira o próprio sangue e se limpa com suas páginas, o que rende muitas discussões e protestos de associações de pais e da igreja, que tentam impedir os seus shows. Um destaque extra cabe ao fato de ter recebido o título de sacerdote da Church Of Satan (igreja satanista), daí vindo o seu título de "reverendo".


DISCOGRAFIA:

 Álbuns de estúdio
  • Portrait of an American Family (1994)
  • Antichrist Superstar (1996)
  • Mechanical Animals (1998)
  • Holy Wood (In the Shadow of the Valley of Death) (2000)
  • The Golden Age of Grotesque (2003)
  • Eat Me, Drink Me (2007)
  • The High End of Low (2009)

Compilações
  • Lest We Forget: The Best of (2004)
  • Lost & Found (2008)

EPs
  • Smells Like Children (1995)
  • Remix and Repent (1997)

Ao vivo
  • The Last Tour On Earth (1999) 



FILMOGRAFIA:
  • Lost Highway (1997), atuação
  • Spawn (1997), trilha sonora
  • Nowhere (1997), trilha sonora
  • Private Parts (1997), trilha sonora
  • Dee Snider´s Strange Land (1998), trilha sonora
  • Jawbreaker (1999), atuação, ao lado da sua (na época) namorada, Rose McGowan
  • The Matrix (1999), trilha sonora
  • Detroit Rock City (1999), trilha sonora
  • The House On Hauted Hill (1999), trilha sonora
  • Blair Witch 2: Book Of Shadows (2000), trilha sonora
  • From Hell (2001), trilha sonora
  • Not Another Teen Movie (2001), trilha sonora
  • Resident Evil (2002), trilha sonora
  • Queen Of The Damned (2002), trilha sonora
  • Bowling for Columbine (2002), convidado como participante
  • Matrix Reloaded (2003), trilha sonora
  • The Hire: Beat The Devil (2003), atuação
  • Party Monster (2003), atuação
  • Doppelherz (2003), direção
  • The Heart Is Deceitful Above All Things (2004), atuação
  • Phantasmagoria: The Visions of Lewis Carroll (2006), atuação, direção, roteiro e trilha sonora
  • Rise: The Blood Hunter (2007), atuação
  • Nine Inch Nails - Starsuckers, Inc. (2007), convidado como participante
  • Gamer (2009), trilha sonora

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

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Ratos de Porão - História


Ratos de Porão surgiu na década de 1980, em São Paulo. 
 Influenciado pelo movimento punk que começava a tomar forma em São Paulo, João Carlos Molina Esteves (o Jão Gordo, vocalista e guitarrista) formou o Ratos de Porão com seu primo Roberto Massetti (o Betinho, baterista) e o amigo Jarbas Alves (o Jabá, baixista).
Em 1982 participam do festival O Começo do Fim do Mundo, que reuniu vinte bandas no SESC Pompéia, em São Paulo, se tornando um marco do movimento.

Em 1983, já com Mingau na guitarra, gravaram seu primeiro registro musical na coletânea SUB. O vocalista João Gordo conheceu a banda durante as gravações dessa compilação e entrou na banda logo em seguida, para mais uma mudança na formação.

Em 1984 lançam o álbum de estréia, Crucificados pelo Sistema, o primeiro álbum individual de uma banda punk da América Latina. A época da gravação desse álbum, coincidiu com o chamado "fim do movimento punk de São Paulo", devido a brigas e richas de gangues, devido a isso não houve show de lançamento do álbum e o Ratos de Porão se desfêz por um breve período.

Em 1984, a música "Parasita" saiu na coletânea internacional World Class Punk, lançada em K7 pelo selo ROIR de Nova Iorque. Como na maioria das coletâneas internacionais de bandas punks que foram lançadas na época das quais haviam bandas do Brasil, só ficaram sabendo da participação nessa coletânea após seu lançamento, e até hoje não receberam nenhum centavo pela participação, apesar da coletânea ter dado um bom retorno financeiro. Apesar disso, serviu na época para divulgar o Ratos de Porão pelo mundo. Muitos anos mais tarde essa coletânea foi relançada em CD.

Voltaram em 1985, sem João Gordo, com Jão assumindo os vocais e guitarra, gravaram um álbum split com o Cólera, ao vivo no Lira Paulistana durante o show de lançamento do LP Tente Mudar o Amanhã do Cólera.

A FASE CROSSOVER
Após o lançamento do split com o Cólera, João Gordo retorna à banda com a proposta de fazer um som mais crossover thrash, influenciado principalmente por bandas como D.R.I. e Broken Bones, e lançam em 1986, com Spaghetti na bateria, o álbum Descanse em Paz. Devido a influência do thrash metal no som, a banda foi chamada de traidora por alguns punks.

Em 1987, assinam com a Cogumelo Discos e lançam o álbum Cada Dia Mais Sujo e Agressivo, em duas versões, uma gravada em português e outra em inglês.

Nessa época, também fazem o primeiro show com bandas dos gêneros musicais punk e metal do Brasil, com a banda Sepultura de Belo Horizonte. Esse show criou polêmica, pois devido a richas na época entre as duas tribos, comentou-se que iria haver brigas durante a apresentação, mas o show ocorreu sem nenhum conflito.

Devido a divulgação de Cada Dia Mais Sujo e Agressivo no exterior, a banda assina com a gravadora holandesa Roadrunner Records, e em 1989 gravam na Alemanha, o álbum Brasil, produzido por Harris Johnson, também em duas linguas, com a capa desenhada pelo autor de quadrinhos underground paulistano Marcatti, que alguns anos depois lançou duas edições do R.D.P. Comix, uma revista de histórias em quadrinhos do Ratos de Porão.

Em 1990, gravam Anarkophobia, novamente na Alemanha, com o mesmo produtor e mesmo desenhista de capa de Brasil, incluindo um cover de "Commando" dos Ramones e realizam uma turnê européia para divulgação do álbum. Em 1992, lançam o álbum RDP ao Vivo, gravado ao vivo em São Paulo, com o bateirista Boka (ex-Psychic Possessor) no lugar de Spaghetti.

Em 1993, gravam Just Another Crime in... Massacreland, o único álbum com a maioria das músicas em inglês, com exceção de "Suposicollor" em português e "Quando Ci Vuole, Ci Vuole!" em italiano. Esse foi o álbum mais voltado para o thrash metal da banda, incluindo um cover de "Breaking All the Rules" de Peter Frampton.

A VOLTA ÀS RAIZES
Em 1995, lançaram Feijoada Acidente?, um tributo a bandas punk brasileiras e internacionais. O título é uma paródia a The Spaghetti Incident?, disco do Guns N' Roses que também é um tributo.

Em 1999, lançam Periferia 1982, com gravações de demo-tapes do início da carreira.

Para comemorar seus vinte anos de estrada, regravam o primeiro disco com o nome de Sistemados pelo Crucifa, que vem com uma revista contando a trajetória da banda. Neste disco fazem ainda uma homenagem à banda pioneira do movimento Punk em Portugal, os Aqui d´el-Rock, fazendo um cover da música "Eu não sei".

Em 2001, o baterista Boka lançou o EP Guerra Civil Canibal pelo seu próprio selo de gravação, Pecúlio Discos. Em 2003, o Ratos de Porão assinou com a gravadora especializada em heavy metal, Century Media e lançou o elogiado Onisciente Coletivo, no mesmo ano, o grupo lançou o disco Ao Vivo no CBGB gravado no templo do punk rock em Nova York, CBGB.

Em 2006, o quarteto lançou o CD Homem Inimigo do Homem, pelo selo nacional Deckdisc.

Depois de oito meses parados, os Ratos de Porão tocaram no festival paulista Maquinaria Rock Fest em 17 de maio de 2008.

De 2006 a 2007, os diretores Fernando Rick e Marcelo Appezzato, filmaram o documentário Guidable - A Verdadeira História do Ratos de Porão, com vídeos antigos inéditos e com entrevistas de todas as formações da banda. Em 2009, a produtora Black Vomit lançou em alguns festivais pelo Brasil, e uma versão em DVD da película deve sair em 2010.

DISCOGRAFIA:
Estúdio
  • Crucificados pelo Sistema (1984)
  • Descanse em Paz (1986)
  • Cada Dia Mais Sujo e Agressivo (1987)
  • Dirty And Aggressive (1987)
  • Brasil (Versões em português e inglês) (1989)
  • Anarkophobia (Versões em português e inglês) (1990)
  • Just Another Crime in... Massacreland (1993)
  • Feijoada Acidente? (Brasil e Internacional) (1995)
  • Carniceira Tropical (1997)
  • Guerra Civil Canibal (2000)
  • Crucificados Pelo Sistema (2001)
  • Onisciente Coletivo (2003)
  • Homem Inimigo do Homem (2006)
Coletâneas
  • Periferia 1982 (1999)
  • Só Crássicos (2000)
Ao vivo
  • Ao Vivo no Lira Paulistana (split-LP c/Cólera) (1985)
  • RDP ao Vivo (1992)
  • Ao Vivo no CBGB (2003)
Coletâneas
  • O Começo do Fim do Mundo (1983)
  • SUB (1983)
  • World Class Punk (1984)
  • Ataque Sonoro (1985)
  • Sanguinho Novo - Tributo ao Arnaldo Baptista (1989)
  • South America in Decline (2000)
  • Alpha Motherfuckers - A Tribute to Turbonegro (2001)
  • Victor Jara - Tributo Rock (2001)
  • Apocalypse Always (2002)
  • D.R.I. Tribute - We Don't Need Society (2002)
  • Botinada: a Origem do Punk no Brasil (2006)

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

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Cannibal Corpse - História


  Cannibal Corpse surgiu em 1988, em Buffalo (no estado de Nova Iorque), Estados Unidos. A banda surgiu com o fim de duas bandas chamadas Tirant Sin e Beyond Death. A primeira formação tinha o vocalista e principal letrista Chris Barnes, o baixista Alex Webster, o baterista Paul Mazurkiewicz, e os guitarristas Bob Rusay e Jack Owen.

  Logo no início da carreira, em 1989, a demo Cannibal Corpse rendeu ao grupo um contrato com a gravadora Metal Blade. O primeiro álbum, Eaten Back to Life, chegou às lojas em 1990. A legião de fãs começou a aparecer depois dos álbuns Butchered at Birth, de 1991, e do clássico Tomb of the Mutilated, de 1992 produzido por Scott Burns. Após esse lançamento ocorre a primeira baixa na banda com a saída de Bob Rusay, para seu lugar veio, Rob Barret que ja havia em tocado em bandas como Dark Deception, Solstice e Malevolent Creation.

  O grupo ficou ainda mais conhecido depois de aparecerem no filme Ace Ventura: Pet Detective. Numa cena, eles tocam a música Hammer Smashed Face, do Tomb of The Mutilated. Depois dessa ponta em Hollywood, o Cannibal Corpse surge como a primeira banda de death metal no Top 200 da Billboard. O grupo foi convidado para gravar a cena pedido do próprio ator Jim Carrey, que é grande fã de Heavy Metal. Isso ocorreu de forma inusitada e inesperada, pois Jim tinha em mente chamar o Pantera para participar do filme, mas como a banda estava no áuge da carreira na época, o cachê cobrado seria muito caro, então ele optou pelo Cannibal Corpse, que fez sua participação por 500 dólares. Outra curiosidade é que os integrantes da banda Malevolent Creation estão na platéia como figurantes.

  No ano de 1993 eles gravam um EP chamado Hammer Smashed Face, que trazia em cover do Black Sabbath, da música "zero the hero", e também trazia um cover do Possessed.

  Em 1994 o grupo grava o álbum The Bleeding e em 1995 gravam a demo-tape Created To Kill, o último registro com o vocalista Chris Barnes, que saiu para montar outra banda, o Six Feet Under. Ele estavam o próximo álbum, Vile, que deveria ser chamado Created To Kill

  Em 1996 é gravado o álbum Vile, que marca a entrada do vocalista George Fisher na banda, também conhecido por Corpsegrinder, vindo da banda Monstrosity, a banda nem havia cogitado a hipótese de chamar outra pessoa. Desse álbum surge o videoclipe Devoured By Vermin, que demonstra toda a brutalidade da nova formação. A partir daí o Cannibal Corpse passa a tocar mais rápido ainda. Nessa turnê a banda toca pela primeira vez na Austrália.

  Em 1997 lançam o vídeo VHS Monolith Of Death, que mostra shows no Canadá, Polônia e Estados Unidos. Alguns desses shows ainda são com o guitarrista Rob Barret, mas outros já são com seu substituto, Pat O'Brien. A qualidade de imagens não é boa, mas os fãs receberam de forma positiva o lançamento mesmo assim.

  Em 1998 lançam Gallery of Suicide, que marca a entrada de Pat O'Brien, ex-guitarrista do Nevermore, no lugar de Rob Barret.

  Em 1999 gravam Bloodthirst e em 2000 lançam o CD e DVD Live Cannibalism.

Em 2002 lançam Gore Obssessed, álbum que mostra a evolução constante da banda após a entrada do novo vocalista. E o EP Worm Infested de seis músicas

  Em 2003 sai o Box 15 Year Killing Spree (com quatro discos e repletos de raridades)

  Em 2004 lançam Wretched Spawn, que chamou atenção da crítica especializada pela velocidade e técnica mais apurada ainda que o habitual.

  Em 2005 o guitarrista Jack Owen abandona a banda, sendo substituído temporariamente pelo guitarrista do Origin, Jeremy Turner . E então, em 2006, retorna à banda o guitarrista Rob Barret, para gravar o aclamado álbum Kill.

  Em 2009 a banda lança o álbum Evisceration Plague.


 DISCOGRAFIA:

Estúdio 
Demo
  • Cannibal Corpse - (Demo, 1989)
  • Born in a Casket - (Demo, 1991)
  • Created To Kill - (Demo, 1995)
EP,s 
Ao vivo/Outros
  • Monolith of Death Tour 1996-1997 - (VHS, 1997)
  • Live Cannibalism - (ao vivo, 2000) 
  • Live Cannibalism - (VHS/DVD, 2000)
  • 15 Year Killing Spree - (coletânea, 2003)
  • Live at Waldrock - (ao vivo, 2004)
  • Centuries of Torment: The First 20 Years - (DVD, 2008)

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